Hoje me peguei não pensando em você
Olha que estranho: as coisas mudam.
O que parecia impossível e me impossibilitava de sonhar aconteceu
Agora possivelmente, sem te querer, posso viver.
(Bertrand Alves)
Já não sou aquele e não serei sempre este que nem sei se ainda sou. Metamorfose constante.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
Intriga de alguns instantes
Não sei de onde vem a confiança.
Mas a amizade nasce do acaso.
A confiança talvez seja conseqüência dos acasos da vida.
(Bertrand Alves)
Mas a amizade nasce do acaso.
A confiança talvez seja conseqüência dos acasos da vida.
(Bertrand Alves)
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Olhos reabertos
De que me vale viver tudo de novo?
Se teus defeitos ganharam forma
E sua forma se desfez em meus olhos.
(Cedo ou tarde teria que acontecer)
De que me valem seus beijos e abraços?
Se o encanto fugiu de seu sorriso.
Se a saudade segue um outro rumo.
(Estive bem quando não estiveste aqui)
Hoje, vejo formas em outros corpos.
Tão perfeitas quanto a tua.
Sem mais cegar meus olhos.
(Bertrand Alves)
Se teus defeitos ganharam forma
E sua forma se desfez em meus olhos.
(Cedo ou tarde teria que acontecer)
De que me valem seus beijos e abraços?
Se o encanto fugiu de seu sorriso.
Se a saudade segue um outro rumo.
(Estive bem quando não estiveste aqui)
Hoje, vejo formas em outros corpos.
Tão perfeitas quanto a tua.
Sem mais cegar meus olhos.
(Bertrand Alves)
sábado, 8 de maio de 2010
Nostalgia
Tempo, volta!
Ainda tenho muitos amores mal resolvidos
Problemas, compromissos a cumprir
Muitas atitudes a tomar, ser feliz.
O que é que há tempo? Volta!
Ainda tenho que pedir muitas desculpas
Ser mais vivo, mais humano
Falar muita coisa á muita gente.
Volta que ainda tenho muitos lugares para ir
Me distrair, conhecer pessoas
Quem sabe não conheço quem procuro?
Volta que a sombra de meu passado me assusta
Grande utopia de vida
Hoje tento apagar as pegadas atrás de mim
Elas se alongam por caminhos obscuros.
Volta que até em minha felicidade vejo tristeza
Meus dias eram vazios
Minha mente se alienava com pessoas que nunca vi.
Como não percebi isso antes?
Felicidade tardia.
Não tardia o suficiente, mas...
Tempo?
Já foi.
Porque nunca me esperas?
(Bertrand Alves)
Ainda tenho muitos amores mal resolvidos
Problemas, compromissos a cumprir
Muitas atitudes a tomar, ser feliz.
O que é que há tempo? Volta!
Ainda tenho que pedir muitas desculpas
Ser mais vivo, mais humano
Falar muita coisa á muita gente.
Volta que ainda tenho muitos lugares para ir
Me distrair, conhecer pessoas
Quem sabe não conheço quem procuro?
Volta que a sombra de meu passado me assusta
Grande utopia de vida
Hoje tento apagar as pegadas atrás de mim
Elas se alongam por caminhos obscuros.
Volta que até em minha felicidade vejo tristeza
Meus dias eram vazios
Minha mente se alienava com pessoas que nunca vi.
Como não percebi isso antes?
Felicidade tardia.
Não tardia o suficiente, mas...
Tempo?
Já foi.
Porque nunca me esperas?
(Bertrand Alves)
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Ouvidos e olhos tapados
Era tudo muito estranho
Não sabia o que eu via
Não sabia se era real
Não sabia o que me dizia
Não sabia o que eu queria
Não saberia como falar
Não entendia como procederia
Não por não saber
Mas para tentar esquecer.
(Bertrand Alves)
Não sabia o que eu via
Não sabia se era real
Não sabia o que me dizia
Não sabia o que eu queria
Não saberia como falar
Não entendia como procederia
Não por não saber
Mas para tentar esquecer.
(Bertrand Alves)
À margem
Havia uma dúvida
Timidez profunda
O temor à resposta
Insultos à referida
Deseja de tê-la
Muitos conselhos ouvidos
Pouquíssimo conformismo.
(Bertrand Alves)
Timidez profunda
O temor à resposta
Insultos à referida
Deseja de tê-la
Muitos conselhos ouvidos
Pouquíssimo conformismo.
(Bertrand Alves)
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Troca por opostos
Em tantas idas e vindas nunca me encantaste
Que ainda fazes aqui?
Não permaneceria lembra?
Não mais que um dia
Não mais que uma semana
Não mais que um mês
Agora não mais!
Já me encanto cego.
Felicidade?
Prazer em revê-la sinta-se à vontade
No lugar de onde nunca deverias ter saído.
(Bertrand Alves)
Que ainda fazes aqui?
Não permaneceria lembra?
Não mais que um dia
Não mais que uma semana
Não mais que um mês
Agora não mais!
Já me encanto cego.
Felicidade?
Prazer em revê-la sinta-se à vontade
No lugar de onde nunca deverias ter saído.
(Bertrand Alves)
sábado, 1 de maio de 2010
Para toda a vida III
A quem confiaria segredos que negaria assumir a mim mesmo
A quem teria a paciência de escutar problemas já conhecidos
A quem teria a coragem de falar o que penso sem medo
De que teria medo?
Se sempre foi sincera essa amizade
Porque não confiaria?
Se tudo me confiou
Porque não teria calma?
Se do ouvir nasceu essa amizade
(Bertrand Alves)
A quem teria a paciência de escutar problemas já conhecidos
A quem teria a coragem de falar o que penso sem medo
De que teria medo?
Se sempre foi sincera essa amizade
Porque não confiaria?
Se tudo me confiou
Porque não teria calma?
Se do ouvir nasceu essa amizade
(Bertrand Alves)
Sol do dia
A morena brilhou ao entardecer
Só pra alegrar meu dia.
Á tempos que sua luz me encandeia
E não consigo alcançá-la.
...
Alegre tortura.
(Bertrand Alves)
Só pra alegrar meu dia.
Á tempos que sua luz me encandeia
E não consigo alcançá-la.
...
Alegre tortura.
(Bertrand Alves)
Amores à toa
Silêncio.
Sem sentir o arder: silêncio.
Sem deixar-se levar: só silêncio.
Sem amar e tocar: apenas silêncio, vazio.
Pra que isso?
(Bertrand Alves)
Sem sentir o arder: silêncio.
Sem deixar-se levar: só silêncio.
Sem amar e tocar: apenas silêncio, vazio.
Pra que isso?
(Bertrand Alves)
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